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Quando uma pessoa faz o que gosta, isso se reflete no seu bem-estar, no estilo de vida que ela leva, e essa paixão torna-se transparente para os outros também. Minha dica de filme para você ver na Netflix é “Chef”, dirigido e protagonizado por Jon Favreau.

Você conhece Favreau provavelmente como o guarda-costas de Tony Stark, Happy Hogan, mas o artista também comandou os dois primeiros filmes do “Homem de Ferro”, além do live-action “Mogli: O Menino-Lobo”.

Bem, em “Chef”, o ator é Carl, um renomado chef de cozinha que começou a carreira muito bem, mas que caiu na velha e cômoda rotina e passou a viver no piloto-automático tanto nas relações familiares quanto em seu trabalho.

No restaurante em que trabalha, o dono exige que o cozinheiro siga o cardápio, mesmo com a insistência do chef em fazer receitas novas. Resultado: um famoso crítico gastrônomico da cidade detona os pratos e Carl manda uma mensagem no Twitter para ele, o crítico responde e o chef convida o rival para vir novamente ao restaurante.

O problema é que o superior de Carl não deixa o cozinheiro fazer um novo cardápio, e o chef vai embora, deixando os colegas se virarem nos 30 para prepararem o menu do dia. Quando o crítico chega e encontra a mesma refeição, desafia o chef, que volta ao restaurante e pira na frente do crítico e de todo o público. O vídeo dessa “explosão” viraliza e o assunto na internet é Carl.

Sem trabalho e perspectiva, ele aceita o convite da ex-mulher (Sofia Vergara) para cuidar do filho Percy - o fofo e expressivo Emjay Anthony - , enquanto ela trabalha e ainda inspira o ex-marido a se tornar empreendedor. A viagem acaba aproximando o pai e o menino, que juntos vão trabalhar duro para transformar o novo sonho de Carl em realidade: um food truck!

Antes, porém, o chef recorre a ajuda do ex de sua ex-mulher, o empresário Marvin, Robert Downey Jr., numa versão pouco inspirada de Stark. O ricaço cede um trailer caindo aos pedaços para Carl!

Mesmo assim, ele fica empenhado e conta com a ajuda de Martin, ex-colega do restaurante vivido pelo cômico John Leguizamo. O trio começa a fazer lanches incrementados e a rodar por diferentes cidades americanas, conhecendo iguarias saborosas, curtindo a música local e interagindo com o público.

É legal perceber que na primeira parte do filme a narrativa, as cores usadas são todas mais pálidas, sem graça, não há quase trilha. A mudança ocorre quando o espírito empreendedor de Carl aflora com a ajuda da família e amigos e tudo vai ganhando cor, sonoridade e muito tempero!

E o contato do filho do chef com a cozinha revela lições valiosas: todos os clientes são importantes; você comeria o que está servindo? Faça como se fosse para você, e outras filosofias válidas tanto para a cozinha quanto para a vida.

Claro, é um filme mais leve com soluções fáceis – seria mais complicado para Carl empreender sem a ajuda da ex ou do amigo, e você não vê fracassos, só dificuldades iniciais, mas tudo caminha para o sucesso da empreitada do chef. Uma boa história para quem ainda reluta em partir para algo novo, ou mesmo só para ver um filminho agradável.

Já assistiu? Deixe nos comentários o que você achou! Fique à vontade.

*Foto: Copyright Sony Pictures/Site Adoro Cinema.

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